Marina Silva: a força da Rede Sustentabilidade
- 8 de dez. de 2017
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Defensora de uma política econômica sustentável e baseada no planejamento de estratégias que minimizem os impactos do desenvolvimento ao meio ambiente, Marina Silva é um dos nomes mais difundidos entre os possíveis presidenciáveis para as eleições de 2018.
Nascida no Acre, Marina acumula títulos como o de historiadora, professora, psicopedagoga, além de atuar em defesa do meio ambiente e se utilizar da política partidária como meio de propagação e ferramenta de transformações positivas na vida das pessoas.
Filiada à Rede Sustentabilidade desde 2015, a pré-candidata aposta num discurso de construção coletiva de seus projetos políticos e acredita que a melhor forma de delinear propostas é ouvindo os grupos responsáveis pela composição das bases da sociedade brasileira.
Questionada sobre as opiniões de que ela aparece apenas no período eleitoral, Marina afirmou em entrevista concedida ao programa da jornalista Mariana Godoy, na Rede TV, que durante os anos anteriores às eleições ela atua em outras áreas, como na função de professora e na construção de propostas com a sociedade e seus grupos. Além disso, ela ressaltou a importância da fiscalização popular, principalmente nos casos de multiplicação dos patrimônios de políticos após a incumbência de seus mandatos, alegando que as pessoas precisam questionar quando isso acontecer.
Atacada por quem não concorda com a postura que ela adota em seus discursos, a pré-candidata é comumente intitulada de fraca e desprovida de “pulso firme”. Sobre isso, ela afirma: “Eu queria ver as pessoas se sentirem fracas enfrentando cinco malárias, três hepatites, uma leishmaniose e contaminação por metais pesados. Perdendo a mãe aos 14 anos e ajudando a criar os sete irmãos. Indo pra cidade estudar pra fazer Mobral e Supletivo de 1º e 2º grau, levando algumas roupinhas num saco de açúcar e estar aqui e agora, falando com o Brasil. Se isso é fraqueza, vamos discutir o que é fraqueza?”
Pelo retrospecto das eleições anteriores, são evidentes e substanciais as diferenças entre o posicionamento dos outros candidatos que disputaram as eleições e Marina Silva. Enquanto os outros concorrentes apostaram no marketing sujo de desfragmentação do oponente, ela se preocupou em apresentar o que realmente importava: as suas propostas.
Fazendo-se um comparativo com os possíveis presidenciáveis do ano de 2018 e levando-se em conta as investigações da Operação Lava Jato, é inegável que a pré-candidata Marina Silva é um dos nomes mais exitosos para a disputa do próximo ano, principalmente por apresentar ideais e propostas de reestruturação e união em função da construção de seu projeto político para o Brasil, além de ostentar um discurso coeso, realista e distante de ideias salvacionistas infundadas.


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